Nevar

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Sincera, clara, objetiva, odeio falsidades, ansiosa, discreta, cristã, filha, irmã, neta, prima, aluna, cunhada, esposa, mãe,sobrinha, tia, sogra, avó, professora, terapeuta, psicopedagoga, conselheira, amiga e apaixonada.

Mulher de verdade!!!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Origami

HISTÓRIA DO ORIGAMI

     A origem exata do origami é desconhecida, mas acredita-se que tenha surgido como uma decorrência natural da invenção e divulgação do papel, e ainda segundo alguns pesquisadores está relacionada com um costume ou crença religiosa de épocas passadas.
     Mesmo sem saber quem tenha criado, alguns origamis estão sendo transmitidos de geração em geração até os dias de hoje.
Não se sabe quem foi o criador de muitos origamis, pois muitos deles foram passados por várias pessoas até a forma final. Isto ocorreu com a criação do "orizuru", e acredita-se que esta era a essência do origami, a união de várias pessoas para a criação. Pode-se dizer que estes origamis são uma das heranças peculiares mais antigas do país.

     Há criações mais recentes de origami, mesmo assim deve-se ter muito respeito com os origamis mais antigos. Não basta fazer algumas modificações nos origami já existentes e depois dizer que esta é uma criação de um determinado autor. Se isto for feito e aceito por nós estaremos danificando o nosso próprio patrimônio. Para que isto não ocorra devemos deixar bem claro para o conhecimento de todos a partir de onde é a criação deste autor.
     Até agora dissemos que não se sabe a origem do origami, mas não há dúvidas de que se desenvolveu no Japão e, mesmo sendo desenvolvido também em outros países o nome origami é compreendido em todo lugar.

     Segundo alguns estudiosos as primeiras figuras de origami surgiram na antigüidade, por volta do século VI, quando um monge budista trouxe para o Japão o método de fabricação do papel da China, via Coréia, onde até então não era conhecido.
Nesta época, quando o Estado e a religião eram um só, Seisei itchi, os origamis representavam a natureza das cerimônias religiosas. Dizem que foi utilizado para transmitir ou registrar a intenção da cerimônia religiosa. Porém, estes origamis eram uma mistura de origami com kirigami, que é a arte de formar figuras através de recortes de papéis. Estes origamis eram confeccionados utilizando-se papéis manufaturados especialmente para o uso dos sacerdotes xintoístas.

     Recortavam-se os papéis quadrados ou retângulos em forma de raio, dobrando-se a seguir em formato de tempo, ou de nusa ou shide, objetos utilizados durante as cerimônias. E ainda, nos Katashiro utilizado em harai, bonecos de papel utilizados no Hinamatsuri (festival das bonecas), o monkirigata que é o protótipo do emblema, todos eles eram feitos seguindo o método kirikomiorigami, que quer dizer origami com recortes.
     "Os katashiro são, ainda hoje, colocados nos templos xintoístas no lugar da divindade, tomando a sua forma. O mais antigo katashiro de origami se encontra no Ise Jingu, província de Mie, portanto se diz que a história do origami é tão antiga quanto a história do Japão."
(Kanegae,1988)

Estes tipos de origami são considerados um clássico da arte, e vem sendo ensinado até hoje aos alunos na Escola Ogasawara de etiquetas.

     Outro origami formal utilizado até os dias de hoje é o noshi, um ornamento colocado sobre o embrulho de presente, significando que a pessoa deseja muita fortuna para a pessoa presenteada. Os japoneses diziam que todo presente deveria ser embrulhado em papel puramente branco, e como não é possível, utilizasse o noshi simbolizando este branco do costume japonês.

     A raça japonesa considera o branco como algo sagrado. Dizem que no mundo os japoneses e coreanos são os únicos povos que adoram o branco.
     Se formos analisar o conceito do origami dá-nos a impressão de ser algo fácil e "bobinho". Mas os princípios básicos ditam que o origami deve ser confeccionado a partir de um papel plano, bidimensional, a fim de que o resultado seja um objeto com três dimensões. Isto ainda sem utilizar-se de outros materiais como tesoura, cola ou similares.

     A partir do século XVII, estas rígidas regras foram um pouco alteradas, dando a liberdade de se utilizar pequenos cortes desde que isto seja feito no início do origami.
     O origami recreativo conhecido atualmente teve origem na Era Heian (794-1192), época em que o origami deixa de ser formal para ser mais recreativo, evoluindo para as formas de garças, barco e bonecas.

     Segundo pesquisador conceituado das origens do origami, professor Massao Okamura de 65 anos, o origami teve início no século XVII pelos samurais. Foram eles que deram os primeiros passos para o formato dos origami atuais. E o interessante, é que ao contrário dos dias de hoje, em que o origami é visto como uma atividade infantil, até meados do início do século XIX, era considerado como um passatempo divertido e interessante restrito aos adultos, principalmente devido ao valor muito caro da matéria-prima.
     A partir da fabricação do papel no Japão, a população japonesa passa a conhecer e aprimorar o origami, e transmitindo de pai para filho.

     Durante a Era Edo (1590-1868), o origami passa a ser praticado principalmente pelas mulheres e crianças independente da classe social.

     Até o final desta era, foram criados aproximadamente setenta tipos de origami, tais como o "tsuru"(conhecida também como cegonha e grou), sapo, íris, lírio, navio, cesta, balão, homem, etc. Estes receberam a denominação de origami, "origaka", "orisue", "tatami-gami", etc.
     Na era Meiji (1868-1912) o origami voltou a ser ensinado nas escolas, após sofrer grandes influências do método de origami alemão. Isto porque o origami floresceu no           Japão em outros países também ocorreu o mesmo, como na Espanha, onde os primeiros origamis foram introduzidos pelos Mouros no século VIII.

     Os origamis de origem ocidental apresentavam as formas geométricas como característica predominante, enquanto que as do Japão sempre foram mais figurativas, ou seja, imitando formas de animais, pessoas, flores, etc. Por este motivo em uma determinada época o origami foi bastante criticado, pois se acreditava que era uma arte imitativa, mas só com o tempo que se provou o contrário.

     Há um registro de que no século XVIII, um grupo de japoneses se apresentaram em Paris, demonstrando vários origamis, como o tradicional Tsuru. Como fruto deste intercâmbio, em 1886, surgiu na literatura inglesa o origami de um pássaro voando.

     Enquanto o intercâmbio internacional tornava o origami conhecido em todo o mundo, após a I Guerra Mundial as aulas de origami foram eliminadas das escolas japonesas, alegando que eram consideradas não-didáticas para o sistema educacional. Este tema ainda vem sendo discutido, pois depois desta retirada o origami se tornou restrito à crianças e ambientes familiares.

Fonte: http://www.iej.uem.br/hist_origami.htm



terça-feira, 3 de maio de 2011

Discalculia

 Ligada às dificuldades com as habilidades matemáticas.

 As crianças são capazes de compreender as lições

transmitidas quando põe em prática o que aprenderam,

acabam trocando e invertendo as ordens das operações.

Quem tem  discalculia não apresenta problema fonológico,

 mas encontra dificuldades em:

_ Visualizar conjunto dentro de um conjunto maior.

_ Conservar a quantidade.

_ Os sinais de soma, multiplicação e etc.

_ Sequenciar números, o que vem antes e depois(antecessor e sucessor).

_ Classificar números.

_ Dificuldade de memória em tarefas não-verbais.

_ Dificuldade na soletração (tarefa de escrita).

_ Dificuldade na memória de trabalho que implica contagem.

_ Dificuldade nas habilidades viso-espaciais.

_ Dificuldade nas habilidades psicomotoras e táteis.

_ Montar operações.

_ Contar a os números cardinais e ordinais.

_ Estabelecer correspondência um a um.

Dislexia

O que é?
A dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Reflete
na   dificuldade de aprendizagem onde  a capacidade de uma criança
de  ler ou escrever está abaixo do seu nível de inteligência.

Característica

·         insuficiência  para assimilar os símbolos gráficos da linguagem
·         Sua origem é congênita (nata)  e hereditária
·         os  sintomas  podem ser  identificados logo na pré-escola
·         demora para falar ou troca dos sons das letras
·         dificuldades  para aprender a ler e escrever.

A dislexia  ser chamada de “a mãe dos transtornos de aprendizagem” porque
 oi a partir  dessa  identificação  que  se  iniciou  a  busca  pelo  conhecimento  de
todos  os outros tipos de distúrbios existentes.
     Com  o  passar  do  tempo, se  estabeleceu as diferenças entre os problemas da 
 aprendizagem  e, a  partir  de   então,  eles  começaram  a  ser  subdivididos
e  classificados.

     A dislexia também foi conhecida durante um grande período como “cegueira
verbal  congênita” devido às dificuldades para ler e escrever em pessoas que possuíam visão normal.

        O distúrbio se dá em crianças com audição, visão e inteligência normais, que vivem  em
ambientes  familiares  saudáveis  e  possuem condições  econômicas  adequadas.


sábado, 30 de abril de 2011

Diferenças, sim! Desigualdade, não!

A Biblioteca Braille Dorina Nowill convida todos e todas para a aula prática de Ação Mundial 2011 (SAM), dia 2 de maio, às 14h, no Teatro da Praça (Espaço Cultural de Taguatinga – CNB 01). O evento será um encontro de autores em braile com muitas linguagens artísticas e marca o início da Campanha Global pela educação. Este ano a campanha, que acontece de 2 a 8 de maio, tem como tema Educação não-discriminatória e o lema é Diferenças, sim! Desigualdades, não! Outras informações pelos telefones 3901-3549 e 9970-1366 (Dinorá)
Mensagem Sinpro DF.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Projeto Turma da Mônica

Este projeto estará em construção durante todo o ano letivo e poderá ser modificado sempre que
acharmos necessário para o melhor desenvolvimento dos alunos e para que ocorra uma
 ampla relação com os conteúdos trabalhados.

LEVANTAMENTO DE HIPÓTESES
Quem é o autor? O que é autor?
→Quem são os personagens e como são?
→Quais personagens serão trabalhados?
→Que temas poderemos trabalhar a partir de cada personagem?
→ Podemos trabalhar a expressão dos sentimentos? Zanga (Mônica); Medo (Cascão); Alegria (Cebolinha);
 Dor (Magali - por exemplo, dor de barriga);
→ Podemos estimular o imaginário, diante de personagens existentes?
→ Há possibilidade das crianças criarem suas próprias histórias?
→ Podemos desenvolver o sentimento de turma do CEEDV (amigos da escola) a partir da turma
da Mônica? - O que caracteriza uma turma? Citar outros como Turma do Didi, Turma do Chaves etc.
Os eixos serão trabalhados em todos os subprojetos, mas em alguns, haverá uma ênfase em determinados
 tópicos, a saber:

FORMAÇÃO SOCIAL E PESSOAL
· IDENTIDADE E AUTONOMIA (subprojeto Mônica)
CONHECIMENTO DE MUNDO
· MOVIMENTO (subprojeto Cascão)
· ARTES VISUAIS (subprojeto Franjinha)
· MÚSICA (subprojeto Cebolinha)
· LINGUAGEM ORAL E ESCRITA (Todos)
· NATUREZA E SOCIEDADE (subprojeto Magali, Chico Bento, Dorinha e Luca)
   CONHECIMENTO LÓGICO-MATEMÁTICO (Todos)
Cronograma de Atividades:
Total: 26 dias letivos
Abertura:

Apresentação do DVD na rodinha onde a Mônica fala de si. Depois a boneca e o Sansão são
 passados para que os alunos os conheçam.
Objetivo:

 Incluir a Mônica no primeiro eixo da proposta pedagógica: Identidade e Autonomia.
Abordagem:

Como ela é, as coisas que gosta, brinquedo preferido, as coisas que não gosta, os amigos
(conceito de turma).
Conteúdos:

 Conhecimento e valorização do próprio corpo e dos sentidos e identificação de
características pessoais, como: nome, idade, aniversário, gênero, local de residência, preferências e
núcleo familiar. Data comemorativa: Páscoa.

Estratégias:
→ Apresentação da Mônica através de DVD, voz feita pela professora e uma boneca da personagem que
irá interagir com as crianças;
→ Questionário para os pais preencherem com os filhos sobre suas características;
→ Apresentação dos alunos através de uma pequena entrevista;
→ Fazer os moldes do corpo do aluno em papel pardo;
→ Confecção de um boneco do tamanho do aluno para caracterização;
Atividades:
Entrevista alunos feita na rodinha; início do desenho do molde de cada boneco;
 Entrevista com alunos feita na rodinha; continuação do desenho do molde de cada boneco;
Entrevista com os alunos feita na rodinha e continuação do desenho do molde de cada boneco;
Rodinha com novidades do fim de semana e continuação do desenho do molde de cada boneco;
Entrevista com os alunos,  identificação feita na rodinha e continuação do desenho do molde de cada boneco;
 Entrevista com os alunos feita na rodinha e continuação do desenho do molde do cada boneco;
Entrevista e auto-massagem trabalhando imagem e esquema corporal.
Entrevista com os alunos, brincadeiras corporais utilizando balões e tiras de papel crepom e na areia.
Rodinha com fim de semana. Trabalhar a parte do corpo: cabeça e funções.
Início do trabalho com sentidos
Audição.

Exploração dos ruídos de ambientes internos e externos.
Apresentar um CD com ruídos e sons de animais para serem identificados pelas crianças. Pedir que os alunos
 recantem uma música, observando a percepção que eles têm das palavras.
Apresentação do som de alguns instrumentos pela Mônica, depois exploração tátil/auditiva dos mesmos pelos alunos.
Atividades motoras

seguindo pistas auditivas
A Mônica vai chamar para brincar trabalhando ritmo, velocidade e intensidade do som. Com o corpo
e tambores e/ou chocalhos.
Confecção de um chocalho

para cada aluno.
Rodinha com novidades do fim de semana. Três salas serão aromatizadas com um odor específico
a ser identificado pelas crianças (Bomba de fedor, pipoca e um aromatizador de ambientes).
Experimentação na rodinha de três alimentos,

 associando o cheiro ao sabor: chocolate em pó, limão e queijo
parmesão ralado. Achar em uma caixa de objetos, aqueles que representem alimentos (miniaturas). Mandar
bilhete pedindo um objeto com cheiro da criança.

Exploração dos cheiros significativos

 para os alunos. Cada um deverá reconhecer, pelo cheiro, o objeto que
 trouxe de casa.
Exploração de odores

 do cotidiano: massinha, sabonete, creme dental, perfume e esmalte.
 Exploração do cheiro e sabor

da pipoca, trabalhando doce e salgado. Colagem com milho de pipoca.
Rodinha com novidades do fim de semana. Brincadeiras no parque.
Contar uma historinha sobre o índio, apresentar instrumentos indígenas para as crianças explorarem
 e experimentação de alimentos da cultura indígena.
Rodinha com uma conversa informal sobre a páscoa, piquenique no gramado, com alimentos da
preferência de cada aluno, com amigolate e apresentação da música do coelho.
Rodinha com novidades do fim de semana. Brincadeiras no parque, trabalhando a textura da areia.
 Colagem com areia em sala.
Manipular e provar alimentos

 com texturas variadas: rapadura, gelatina, marchmellow,
biscoito waffer, amendoim e macarrão cru. Colagem com macarrão.
Rodinha ao ar livre e experimentação tátil

das texturas dos elementos da natureza. Recolher folhas para
 uma colagem em sala.
Apresentação na rodinha dos bonecos de cada aluno, sem adereços.
Colagem no boneco das partes do rosto.
 Término do boneco de cada criança, cada um veste e calça o seu boneco.
Conclusão

O fechamento do projeto será feito com a entrega dos bonecos confeccionados para cada aluno, como a
representação de seu próprio corpo. O mesmo vai ser produzido pelas mães e professoras, com a
colaboração dos alunos durante os dias destinados para este primeiro subprojeto.